quarta-feira, 27 de maio de 2015

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 104












ALOÍSIO - Goleador Nº 104

Apontou 18 golos em 474 participações com a camisola do FC Porto, durante as onze temporadas ao seu serviço (1990/91 a 2000/01).

Aloísio Pires Alves nasceu no dia 16 de Agosto de 1963, em Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Foi no clube da sua terra natal, o Brasil de Pelotas que começou a dar os primeiros pontapés na bola, aos oito anos de idade mas foi no Sport Club Internacional, também de Rio Grande do Sul, que fez toda a sua formação até chegar aos seniores, em 1985, clube aonde tendo permanecido até 1988, ano em que representou a Selecção nacional do Brasil, nos Jogos Olímpicos de Seul, Torneio em que o Brasil foi derrotado na final pela União Soviética, no prolongamento.

A sua prestação nos Jogos Olímpicos despertou a atenção do Barcelona, que o contratou para a temporada de 1988/89, clube onde permaneceu duas temporadas, colaborando nas conquistas  da Taça do Rei e na prova europeia, Taça dos Vencedores das Taças.






















Chegou ao FC Porto na temporada de 1990/91, por empréstimo do Barcelona, que entretanto tinha contratado outro excelente defesa central, o holandês Ronald Koeman, originando a sua dispensa definitiva na temporada seguinte.

Os Dragões aproveitaram a oportunidade e adquiriram o seu passe, numa ligação que durou mais dez temporadas.

Defesa-central de enormes qualidades, bom posicionamento, excelente na cobertura e na dobragem aos seus colegas, eficaz no desarme e antecipação, bom jogo de cabeça, visão e capacidade técnica acima da média, saía bem a jogar com a bola dominada e ainda foi capaz de fazer dezoito golos, pecúlio pouco vulgar em jogadores da sua posição.

Coleccionou um palmarés invejável (19 títulos), que o coloca na 5ª posição do ranking dos atletas portistas com mais títulos.















Palmarés ao serviço do FC Porto (19 Títulos):
7 Campeonatos nacionais (1991/92, 1992/93, 1994/95, 1995/96, 1996/97, 1997/98 e 1998/99)
5 Taças de Portugal (190/91, 1993/94, 1997/98, 1999/2000 e 2000/01)
7 Supertaças Cândido de Oliveira (1989/90, 1990/91, 1992/93, 1993/94, 1995/96, 1997/98 e 1998/99).

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZero.pt

segunda-feira, 25 de maio de 2015

FEITOS INÉDITOS SÃO PARA SER GLOSADOS

Volto ao histórico heptacampeonato, conseguido este Sábado, pela equipa de andebol do FC Porto, para homenagear uma modalidade que não se cansa de vencer.

Esta foi a mais recente conquista de uma série impressionante, que serviu para confirmar a hegemonia portista na modalidade e reforçar a sua posição como Clube português com mais campeonatos nacionais de andebol, que são agora 20, mais 3 que o Sporting e mais 7 que o ABC.

Recorde-se que o momento é tanto mais espectacular, por ter sido conseguido depois de um longo jejum de 31 anos.

Do plantel portista apenas três atletas participaram em todos os sete títulos:


















PLANTEL CAMPEÃO


domingo, 24 de maio de 2015

HONRA AOS HEPTA-CAMPEÕES




















O FC Porto continua a fazer furor no andebol português. Depois de na época passada já ter cometido a proeza, única em Portugal, de vencer 6 campeonatos consecutivos, acaba de reforçar esse recorde, aumentando para sete campeonatos sempre a vencer.

Pela frente teve a equipa do Sporting, muito aguerrida, que obrigou os Dragões a terem de disputar a 5ª partida, nesta eliminatória final, e mesmo nesta, o título só ficou resolvido, após dois prolongamentos. O resultado que deu o Hepta campeonato  foi de 34-32, o que diz bem do equilíbrio  e emotividade desta finalíssima.

Parabéns a todos quantos contribuíram para mais esta vitória histórica

sexta-feira, 22 de maio de 2015

DRAGÕES FECHAM A ÉPOCA COM EXIBIÇÃO QUASE ANEDÓTICA
















FICHA DO JOGO


























Como era previsível, o FC Porto fechou a época com mais uma exibição desoladora. Nenhuma motivação, pouco empenho, muita displicência, pouca intensidade, velocidade mínima e sobretudo ineficácia a roçar o anedótico.

Só um atleta esteve à altura da sua inegável classe, honrando as cores da camisola que envergou e o emblema que ostentou: DANILO. Parabéns pela atitude, pela raça, pela ambição, pelo inconformismo e pelo belo golo que marcou e fez por merecer. Um jogador à Porto, que apesar de estar com as malas feitas para o Real Madrid, deu uma grande lição de profissionalismo.

Julen Lopetegui apresentou um onze titular com quatro alterações, em relação ao jogo do Restelo. Diego Reyes no lugar de Maicon, José Angel em vez de Alex Sandro, Casemiro, depois de cumprido o castigo, derivando Rúben Neves para a posição 8, deixando no banco Herrera e Quintero em vez de Óliver Torres.


























O jogo começou marcado pelo divórcio da maioria esmagadora da massa associativa que preferiu não marcar presença nas bancadas do Estádio do Dragão, fazendo registar uma das piores assistências da temporada: 16.009 espectadores. Também pelo protesto das claques, hoje silenciosas, expondo tarjas para demonstrar o seu descontentamento.

























Não me parece que este ambiente tenha influenciado grandemente a exibição portista, já que a equipa produziu o futebol medíocre com que nos tem brindado nos últimos jogos, onde a grande diferença foi mesmo o comportamento das claques.

Face aos falhanços ridículos que os jogadores portistas foram acumulando, no decorrer da partida os coros de assobios foram inevitáveis. Palmas só para o desfraldar das diversas tarjas e para os golos que apareceram muito perto do fim da partida.





















Jackson Martinez esteve desastrado e perdeu a oportunidade de alargar a vantagem que ainda detém, na lista dos melhores marcadores, ao falhar duas grandes oportunidades para marcar. Brahim, em claro subrendimento, cometeu a proeza de falhar um golo cantado, a menos de um metro da linha fatal, com a baliza escancarada, fazendo a bola passar por cima do travessão!























Os golos apareceram na recta final do jogo, por Aboubakar e Danilo.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O JOGO PERFEITO PARA OS ASSOBIADORES









O encerramento da época oficial, para a equipa do FC Porto, vai ser amanhã, no Estádio do Dragão, frente ao já despromovido Penafiel.

Será um jogo sem objectivos para as duas equipas e portanto sem qualquer tipo de interesse. Se juntarmos a estas condicionantes o facto de se jogar a uma Sexta-feira, às 20:30 h, estão reunidas as condições ideais para um estádio às moscas.

O final de época penoso (depois do jogo contra o Bayern a equipa afundou-se), péssimo futebol e imensa desilusão, constituem os restantes ingredientes para este estado de espírito da massa adepta portista.

Não posso compreender que este plantel não tenha mostrado raça, determinação, querer e ambição nos momentos chave, colaborando de forma irresponsável com a APAF na oferta de mão beijada do título.

O que realmente espero desta partida são mais noventa minutos de mau futebol, muita asneirada, pouca ou nenhuma concentração,  o jogo perfeito para os assobiadores. Não contem comigo. A minha cadeira de sonho vai ficar disponível, que faça bom proveito. 

Sou sócio desde 1969 e sei o que é andar anos a fio a somar desilusões, mas sempre vi nos atletas portistas, tirando algumas excepções, atitude, raça, empenho, brio, responsabilidade e orgulho por envergarem a camisola sagrada do FC Porto. Não gosto de perder nem a feijões mas também não são as derrotas que me afastam ou esmorecem a minha paixão. O que não pactuo é com gente convencida, mimada, vaidosa e que não sabe dignificar o emblema que ostenta. Os jogos contra o Nacional e Belenenses são exemplos da falta de brio e ambição. Não perdoo.

A lista dos convocados para este jogo apresenta algumas surpresas. Maicon e Óliver Torres não entram nas contas de Lopetegui, tal como Adrián Lopez, suplente utilizado no Restelo. Casemiro, José Angel e Ricardo estão de regresso aos eleitos. 

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2014/15 - 34ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO:SEXTA-FEIRA, 22 DE MAIO DE 2015, ÀS 20:30 H
ÁRBITRO NOMEADO: OLEGÁRIO BENQUERENÇA - A.F. LEIRIA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

segunda-feira, 18 de maio de 2015

À FALTA DE OUTROS, BRINDEMOS ESTES CAMPEÕES

















O único titulo do futebol portista, esta época, foi conseguido  pelos Sub-19 (Juniores), que ao vencerem no Sábado o Gil Vicente, em Barcelos (3-2), garantiram o troféu, num escalão cuja vitória anterior foi há quatro temporadas.

Num plantel equilibrado, com alguns atletas preponderantes que bem acompanhados  e com muito trabalho, poderão evoluir no sentido de se fixarem no plantel principal, destacaram-se Raul Godiño, Verdasca, Sérgio Ribeiro, João Cardoso, Leonardo Ruiz e Rúben Macedo.

Apesar do bom desempenho, a formação portista não era apontada como favorita, à partida para a fase final do Campeonato, mas uma primeira volta contundente, com vitórias nos redutos dos seus principais rivais (Benfica e Sporting), serviram de almofada para uma segunda volta menos conseguida.

Os Dragões terminaram a prova com 31 pontos (mais 4 que o Sporting, segundo classificado), num conjunto de 14 jogos disputados, 10 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, 28 golos marcados e 15 sofridos.

O colombiano Leonardo Ruiz foi o melhor marcador portista (12 golos).

Depois de ter sido Campeão nacional pelo FC Porto como jogador, António Folha repetiu o feito, agora como técnico principal, na sua época de estreia no banco da equipa dos Sub-19.

Parabéns a toda a rapaziada e à estrutura que trabalhou para este objectivo.

domingo, 17 de maio de 2015

DRAGÕES SEM ESTOFO COLABORAM COM APAF NA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO
















FICHA DO JOGO


























Ao contrário do que se esperava, o FC Porto não foi capaz de cumprir com a sua obrigação, que era somar mais 3 pontos ao seu pecúlio. Se o tivesse feito, adiaria a decisão do título para a última jornada, face ao empate da equipa do clube do regime em Guimarães.

Assim, voltou a colaborar com a APAF, ajudando também a carregar o andor até à Igreja. Bons rapazes!

Para esta última deslocação da temporada, Julen Lopetegui viu-se privado de Casemiro, a cumprir castigo, chamando para o seu lugar o jovem promissor Rúben Neves, mantendo todos os outros que jogaram a titulares frente ao Gil Vicente, na semana passada.






















Era suposto a equipa apresentar-se suficientemente focada neste jogo e ser capaz de sair do Restelo com mais uma vitória, ainda que fosse previsível a perda matemática do título.

Porém, os jogadores portistas entraram para este jogo, completamente desmotivados, abúlicos,  conformados e desconcentrados, acumulando uma série de erros primários, deixando passar uma imagem desoladora, só comparável a jogadores de 5ª categoria.

A aposta parecia ser quem era capaz de jogar pior, levando por diversas vezes o seu treinador ao desespero.

Principalmente na primeira parte, o Belenenses fez o suficiente para chegar ao intervalo com um resultado confortável, mas as vicissitudes do futebol acabaram sendo castigadoras para os de Belém, já que Jackson Martinez, com a colaboração de o defesa Gonçalo Brandão, conseguiu introduzir a bola nas redes, dando uma vantagem injusta para o FC Porto.



















Depois do intervalo as coisas não melhoraram muito. Nem as substituições operadas por Julen Lopetegui conseguiram alterar o futebol cinzento portista. Evandro, Hernâni e Adrián Lopez alinharam pelo mesmo diapasão dos restantes, contribuindo para que o nível apresentado continuasse estupidamente baixo, incrivelmente fastidioso e nada agradável à vista e muito menos dos que se deslocaram a Lisboa, quiçá ainda com esperanças de poder reverter a tendência deste campeonato. O golo do empate seria pois a consequência lógica deste péssimo futebol.

Demasiado mau para ser verdade. Não se admirem, por isso, se no próximo jogo, o Dragão estiver às moscas.