segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 70












JAMES RODRÍGUEZ - Goleador Nº 70

Apontou 32 golos em 108 jogos em que participou de dragão ao peito, durante as três temporadas em que representou o FC Porto (2010/11 a 2012/13).

James David Rodríguez Rubio, nasceu em 12 de Julho de 1991, em Cúcuta, Colômbia.

Tendo em conta que foi objecto de análise individual, neste blogue, na rubrica "INTERNACIONAIS PORTISTAS ESTRANGEIROS", editado em 30 de Janeiro de 2013, cuja biografia poderá ser recordada aqui, apenas me permito fazer as respectivas actualizações e algumas correcções.

Em termos de carreira, no FC Porto, dizer que, de então para cá, James concluiu a época 2012/13, com a vitória no Campeonato nacional e um percurso de 38 jogados, nas diferentes competições, com um total de 12 golos apontados.
























No final da época, a sua real categoria  conjugada com a força do mercado, acabaram por ditar as suas  leis, originando uma transferência milionária para o Mónaco em troca de 45 milhões de euros, proposta impossível de recusar. 

Em França, James manteve as suas performances, mas foi no Campeonato do Mundo, no Brasil, que mais brilhou, cotando-se como o melhor marcador da competição, abrindo as portas para mais uma  transferência milionária (80 milhões de euros), agora para o Real Madrid, deixando nos cofres portistas mais 1 milhão de euros.

E já agora, aproveito para actualizar o mapa da carreira do atleta, ao serviço da selecção principal do seu país. Quando saiu do FC Porto, contava com 14 internacionalizações. neste momento leva já o dobro (28):
























Palmarés ao serviço do FC Porto (6 títulos):
1 Liga Europa (2010/11)
3 Campeonatos nacionais (2010/11, 2011/12 e 2012/13)
1 Taça de Portugal (2010/11)
1 Supertaça Cândido Oliveira (2010/11)

Fontes: Arquivo do Blogue, Base de dados actualizado, de Rui Anjos e ZeroaZero.pt

domingo, 31 de Agosto de 2014

PRIMEIRA PARTE A DORMIR, SEGUNDA ACORDADO
















FICHA DO JOGO


























EQUIPA TITULAR



























Julen Lopetegui optou por proceder a 3 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Lille. Alex,  lesionado não fora convocado e essa alteração era já uma certeza, mas para além dele também Rúben Neves e Herrera não entraram de início. José Angel, Quaresma e Adrián Lopez foram os escolhidos.

A primeira parte foi de absoluto adormecimento por parte dos jogadores do FC Porto, que nunca se conseguiram libertar do «espartilho» colocado pela equipa visitante, que com a lição bem estudada, ocupou bem os espaços, fez pressão em todas as zonas do campo e impossibilitou a fluidez natural do futebol portista.

Os Dragões sentiram em demasia essa estratégia, teimando num futebol lento, previsível e fácil de anular. O desconforto foi tão evidente que houve períodos do jogo em que os jogadores azuis e brancos cometeram erros de principiante que só não tiveram consequências dolorosas porque o Moreirense veio formatado apenas para impedir o assalto às suas redes.

O nulo do resultado no final da primeira parte traduzia com toda a justiça a ausência de jogadas de perigo em ambas as áreas.

Danilo foi nesse período o jogador mais inconformado, aquele que mais vezes tentou entrar na área contrária e até rematar à baliza.

O intervalo foi retemperador e profícuo, pois o FC Porto surgiu com outra intensidade, outra ambição, outra inspiração e, evidentemente outro desempenho. A produção atacante subiu em flecha e com ele, as jogadas de perigo, as oportunidades de golo e os golos com que se ganham os jogos, três mas poderiam ter sido mais. Para tal melhoria contribuíram também as alterações introduzidas na composição da equipa, operada pelo técnico. A troca de Casemiro, hoje muito desastrado no passe e complicado na construção ofensiva, por Rúben Neves foi tão acertada ao ponto de ser ele a iniciar a jogada que daria o golo de abertura: passe em profundidade para Quaresma, colocação da bola em Brahimi, que no interior da área flectiu para a linha de cabeceira, centrando atrasado para na passada, Óliver Torres empurrar para o fundo das malhas, provocando a primeira grande explosão de contentamento no Estádio do Dragão.





















Já com Herrera em campo, no lugar de Quaresma, surgiu o 2º golo: José Angel colocou a bola na área, Óliver Torres e Marafona disputaram o lance fora da pequena área, a bola sobrou para o defesa portista que voltou a centrar, aparecendo Jakson Martinez a saltar mais alto entre os centrais e a introduzir a bola na baliza deserta.





















Quintero, que tinha entrado para substituir Ólver Torres, lesionado na disputa de bola que dera o 2º golo, fez questão de ser ele a apontar uma grande penalidade, a castigar falta de Marcelo sobre o seu compatriota Jackson Martinez, falhando estrondosamente com um pontapé denunciado que Marafona não teve dificuldade em defender.




















O 3º golo surgiu na sequência de um belo trabalho de Quintero, na direita. Simulação seguida de invasão da área, toque para Adrián Lopez  que ao primeiro toque colocou ao centro para na passada Jackson Martinez fazer um golo fácil.




















Vitória justa, incontestável, amplamente justificada pelo futebol apresentado na segunda metade do jogo. Destaques para Danilo, Maicon, Brahimi e Jackson Martinez.

sábado, 30 de Agosto de 2014

CONCENTRAÇÃO E CRIATIVIDADE, PARA MAIS UMA VITÓRIA









Ciente das dificuldades que a espera, a equipa do FC Porto está preparada para defrontar o Moreirense, equipa  complicada de bater, pela sua habitual capacidade e organização defensiva, que vai obrigar os Dragões a actuarem com muita concentração e apelar à criatividade dos seu jogadores.

Somar os três pontos é o objectivo principal, mas se a isso a equipa conseguir juntar um futebol agradável e vistoso, tanto melhor.

Os defesas Marcano e José Angel são as novidades na lista de convocados do técnico Julen Lopetegui. Diego Reyes (opção técnica) e Alex Sandro (lesionado), foram os preteridos, em relação ao jogo anterior, contra o Lille.

QUADRO COMPLETO COM OS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL























COMPETIÇÃO: PRIMEIRA LIGA - 3ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: 31 DE AGOSTO DE 2014, ÀS 18:00 H
ÁRBITRO NOMEADO: BRUNO ESTEVES - A.F. SETÚBAL
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORTTV1

quinta-feira, 28 de Agosto de 2014

SORTEIO CHAMPIONS LEAGUE 2014/15 - FASE GRUPOS

































O FC Porto ficou hoje a conhecer o nome dos adversários com quem vai competir na fase de Grupos da Champions League.

O sorteio realizou-se hoje no Fórum Grimaldi, no Mónaco, como habitualmente e as bolas colocaram os Dragões no grupo H, na companhia do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, do Atlético de Bilbau, de Espanha e do Bat Borisov, da Bielorússia.

Parece ser um grupo suficientemente acessível, ainda que, a este nível, todos os cuidados devam ser pouco.

Os azuis e brancos entram em acção no dia 17 de Setembro, no Dragão, frente ao Bate Borisov.

Calendário completo dos jogos do FC Porto:

1ª jornada - 17 de Setembro de 2014 - FC Porto vs Bate Borisov
2ª jornada - 30 de Setembro de 2014 - Shakhtar Donetsk vs FC Porto
3ª jornada - 21 de Outubro de 2014 - FC Porto vs Atlético de Bilbau
4ª jornada - 5 de Novembro de 2014 - Atlético de  Bilbau vs FC Porto
5ª jornada - 25 de Novembro de 2014 - Bate Borisov vs FC Porto
6ª jornada - 10 de Dezembro de 2014 - FC Porto vs Shakhtar Donestk

terça-feira, 26 de Agosto de 2014

NA FASE DE GRUPOS DA CL, OBVIAMENTE

















FICHA DO JOGO


























EQUIPA TITULAR




























O FC Porto carimbou, como se esperava, o passaporte para a fase de grupos da Champions League, ao voltar a derrotar o Lille, agora por dois golos sem resposta.

Julen Lopetegui fez alinhar o mesmo onze titular que tinha utilizado no jogo da primeira mão, em França e a equipa começou a mandar no jogo e a ter mais a bola como lhe competia. No entanto, a performance portista pecava pela pouca lucidez da manobra ofensiva, especialmente no último terço do campo, onde as suas jogadas eram facilmente desfeitas, razão pela qual escassearam as oportunidades de golo, como aliás já vem sendo habitual.

Depois dos 20 minutos de jogo a equipa começou a revelar dificuldades incompreensíveis de sair para o ataque, falhou passes atrás de passes, perdeu a bola em locais e circunstâncias estranhas e perturbou-se, originando uma ocasião soberana de golo na sua baliza, superiormente desfeita «in-extremis» por Maicon, hoje, para mim, o melhor em campo. 

























Teve ainda de ultrapassar a contrariedade de ter perdido Alex Sandro, aos 39 minutos, por lesão, resolvida com a entrada de Diego Reyes, provocando a deslocação de Martins Indi para a lateral esquerda.

O tempo de intervalo foi bem aproveitado pelo técnico portista que conseguiu insuflar a confiança e determinação com que os jogadores azuis e brancos ressurgiram em campo.

Mais rápidos, mais acutilantes e mais eficazes, os Dragões dominaram, construíram jogadas perigosas e concretizaram dois bons golos.

O primeiro na cobrança de um livre directo, marcado irrepreensivelmente por Brahimi, num remate bem colocado que não hipóteses ao guardião contrário.






















O segundo numa recuperação de bola de Evandro, a meio campo, lançamento imediato para Brahimi que correu até perto da entrada da área, desmarcando Jackson Martinez, que na passada colocou a bola no fundo das redes.






















Estava garantida definitivamente a qualificação para a fase de grupos, garantindo a sua 19ª presença na Liga milionária europeia.

Boa segunda parte, bons golos e destaque para Maicon, Casemiro e Brahimi.

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

CONCENTRAÇÃO MÁXIMA EM JOGO EXIGENTE









Com o pensamento numa boa performance que permita qualificar-se para a fase de grupos da Champions League, a equipa do FC Porto prepara-se afincadamente para esse objectivo.

Todos sabem da importância deste jogo pelo que se espera concentração máxima e a maior perfeição possível para que no final possamos sorrir. Que ninguém espere facilidades.

Danilo, Diego Reyes e Quaresma são as novidades na convocatória de Julen Lopetegui, para este jogo, numa lista de 18 atletas. Marcano, José Angel e Cristian Tello, foram preteridos, por razões diferentes e conhecidas.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















A equipa titular é difícil de adivinhar, tendo em conta as boas opções à disposição do técnico portista, em todo o caso creio que poderá andar muito próxima da que se indica abaixo:

EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: CHAMPIONS LEAGUE - PLAY-OFF - 2ª MÃO
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: TERÇA-FEIRA, 26 DE AGOSTO DE 2014, ÀS 19:45 H
ÁRBITRO NOMEADO: SVEIN ODDVAR MOEN - NORUEGA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI

sábado, 23 de Agosto de 2014

VITÓRIA LISONJEIRA EM JOGO SOFRÍVEL
















FICHA DO JOGO


























EQUIPA TITULAR























Com quatro alterações na equipa principal,  Ricardo, Evandro, Tello e Adrián Lopez, o FC Porto arrancou uma vitória muito complicada, na sempre difícil deslocação a Paços de Ferreira.

Como já vem sendo apanágio da equipa de Lopetegui, a posse e circulação da bola foram os aspectos mais vincados durante a primeira parte, período do jogo em que os azuis e brancos conseguiram superiorizar-se ao seu antagonista, não lhe permitindo quaisquer tipo de veleidades. 

Futebol muito apoiado, com imensos passes, bola a circular para os lados e repetidas vezes para trás, sem progressão e sem perigo, sempre com grandes dificuldades de penetração, gerou uma exibição descolorida, lenta, aborrecida, sem oportunidades de remate e muito menos de golo. A excepção aconteceu ao minuto 40, momento em que o Chá, Chá, Chá, emendou com êxito um cruzamento teleguiado do seu compatriota Juan Quintero, que tinha entrado aos 18 minutos a substituir o lesionado Tello.



















Primeira parte entediante, em que apenas o controlo do adversário e o lance do golo foram perfeitos.

Esperava-se uma segunda parte mais equilibrada, tendo em conta que a equipa da casa nada teria a ganhar em manter o seu bloco muito recuado e por conseguinte, também mais espaço para os jogadores portistas, mais dotados tecnicamente, poderem explorar e aparecer com mais perigo na zona de finalização.

O que se assistiu foi a uma reacção consistente do Paços de Ferreira que apenas falhou na eficácia do remate. Colocou a defensiva portista em apuros e por três ocasiões, na baliza de Fabiano o golo esteve iminente. 

Os Dragões, que na primeira parte, já tinham dado uma pálida imagem das suas capacidades, nesta segunda metade conseguiram piorar, apesar das mexidas do treinador, lançando no jogo Herrera primeiro e depois Óliver Torres. A equipa mostrou-se desunida, algumas vezes atarantada, outras aparentemente cansada. 

O resultado final é por isso lisonjeiro e conseguido com alguma sorte à mistura. Um mau ensaio para Terça-feira, onde vai ser necessário muito mais talento, competência e ambição.