terça-feira, 16 de dezembro de 2014

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 84












GERALDÃO - Goleador Nº 84

Apontou 23 golos em 128 jogos com a camisola do FC Porto, durante as quatro temporadas ao seu serviço (1987/88 a 1990/91).

Geraldo Dutra Pereira (Geraldão) nasceu no dia 24 de Abril de1963, em Governador Valadares, Brasil. Começou a jogar futebol no clube da sua terra natal, o Sport Clube Rio Doce, transferindo-se aos 16 anos de idade para o Cruzeiro.

Chegou ao FC Porto em Julho de 1987 impondo-se quase de imediato como titular. Jogador internacional brasileiro (9 internacionalizações, nenhuma pelo FC Porto), alto, pesado e de enorme força física ficou conhecido pelo seu futebol viril e remate potente que lhe renderam muitos golos na marcação de livres directos que partiam dos seus pés como autênticas bombas.























Estreou-se oficialmente com a camisola dos Dragões no dia 30 de Agosto de 1987, no Estádio Municipal de Guimarães, frente ao Vitória local, em jogo referente à 2ª jornada do campeonato nacional, com empate sem golos, então sob o comando do técnico jugoslavo Tomislav Ivic.

O seu primeiro golo foi obtido frente ao Elvas, no Municipal de Elvas, em jogo a contar para a 11ª jornada do campeonato nacional.

A sua época mais produtiva em relação a golos marcados foi precisamente a última (1990/91) com a marca de 14 golos, bastante interessante para um defesa central.










Mas foi precisamente nessa época que rebentou uma bronca que fez com que Geraldão deixasse o Clube. Em fim de contrato, os dirigentes portistas demoraram a decidir a sua continuidade e entretanto Geraldão terá assumido compromisso com o Benfica e apesar de ter sempre desmentido, terá mesmo recebido uma verba por conta. Quando o assunto chegou ao conhecimento de Pinto da Costa, o presidente portista tratou de reverter a situação. Geraldão renovou por mais uma temporada mas foi transaccionado com os franceses do Paris Saint-Germain.

Enquanto jogador do FC Porto construiu um palmarés invejável.

Em França esteve apenas uma época, até Junho de 1992, passando a envergar a camisola dos mexicanos do América, clube que representou também uma temporada (1992/93).

Em Julho de 1993 regressou ao Brasil para representar o Grémio de Portalegre, até Dezembro do mesmo ano, passando a representar a A. Portuguesa Desporto, de Janeiro a Dezembro de 1994, pondo de seguida fim à sua carreira de futebolista.

Palmarés ao serviço do FC Porto (7 títulos):
2 Campeonatos nacionais (1987/88 e 1989/90)
2 Taças de Portugal ( 1987/88 e 1990/91)
1 Supertaça Cândido Oliveira (1989/90)
1 Supertaça da UEFA (1986/87)
1 Taça Intercontinental (1988)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CL - BASILEIA É O ADVERSÁRIO NOS OITAVOS-DE-FINAL














É já conhecido o nome do adversário que cabe ao FC Porto defrontar nos oitavos-de-final da Champions  League, ditado no sorteio realizado esta manhã em Nyon, na Suíça.

Trata-se do actual penta-campeão suíço, o FC Basel, treinado por Paulo Sousa e segundo classificado do Grupo B, com 7 pontos, atrás do Real Madrid (18 pontos). Liverpool e Ludogorets, foram os outros adversários.

O jogo da primeira mão está agendado para o dia 18 de Fevereiro de 2015, no St. Jacob Park, Suíça, enquanto a segunda-mão, no Estádio do Dragão, será a 10 de Março de 2015.

domingo, 14 de dezembro de 2014

DUAS FALHAS CLAMOROSAS EM DERROTA, AINDA ASSIM INJUSTA
















FICHA DO JOGO



























Estádio cheio (48.109 espectadores), ambiente caloroso, coreografia espectacular, clima frio mas sem vento nem chuva, enfim, todos os condimentos para uma noite de glória portista que não foi devidamente aproveitada pelos principais intervenientes do espectáculo.

Julen Lopetegui fez subir ao relvado uma formação sem surpresas e bastante consensual.























A equipa portista, ciente da importância da vitória neste jogo, que a acontecer, lhe daria a liderança no campeonato, rapidamente tomou conta do jogo e logo aos dois minutos Tello teve de ser travado em falta, para não entrar com muito perigo na área do visitante, arrancando o primeiro amarelo da noite. Estava dado o mote e a tendência do jogo. FC Porto em ataque constante e o visitante preocupado quase exclusivamente em travar as investidas portistas.

As ocasiões de golo foram surgindo de forma natural para a equipa da casa. A primeira, na sequência do tal livre sobre Tello, que o próprio cobrou, em lance estudado, com passe recuado para a entrada e Danilo a disparar forte com a bola a rasar o ferro da baliza de Júlio César, que só a viu passar.

Aos seis minutos, incursão de Óliver Torres pela esquerda, cruzamento para o coração da área, Jackson Martinez não conseguiu acertar na bola que sobrou para Herrera, mas o mexicano, em boa posição e sem marcação rematou para fora, provocando novo grande broá nas bancadas do Dragão.

Dez minutos de grande intensidade de jogo com os visitantes visivelmente asfixiados pelo futebol atacante portista. Desta vez, é Herrera  a entrar pela direita, cruzamento e Jackson a chegar atrasado, obrigando o guardião contrário a uma estirada complicada.

Aos trinta minutos uma jogada espectacular do ataque portista. Alex Sandro invadiu o meio campo adversário, flectiu para o centro, meteu na área para a entrada de Óliver, este simulou o remate deixando passar para Jackson, que de pronto rematou para mais uma defesa quase impossível do guardião adversário.

O visitante, líder do campeonato, ia resistindo como podia, várias vezes recorrendo ao jogo faltoso, portando-se como as equipas que ocupam os lugares de despromoção, ou seja, com o autocarro estacionado no seu reduto, submetendo-se a um verdadeiro banho de bola, onde só faltou o golo, que a acontecer poderia lançar o resultado para números pouco usuais.

Mas em futebol de alta competição a justiça nem sempre acontece e, sem saber ler nem escrever, aos 36 minutos o visitante chegou ao primeiro golo da noite. Lançamento lateral longo, na direita, para a pequena área portista, Martins Indi e Marcano não conseguem cabecear a bola, permitindo a entrada de Lima que com o peito introduziu a bola na baliza portista, perante as hesitações e falta de reacção de Danilo e Fabiano, numa clara falha defensiva a dividir pelos quatro elementos citados. Do nada estava feita uma grande mentira no resultado.

Os Dragões sentiram o golo e demoraram a reencontrar-se. Aos 44 minutos Alex Sandro ganhou a linha de fundo  mas o seu cruzamento foi defendido pelos braços de Maxi Pereira,  a equipa de arbitragem nada assinalou, chegando o intervalo logo a seguir.

No segundo tempo o FC Porto tentou voltar com a mesma intensidade, começou por criar mais perigo, com uma sucessão de livres, mas foi o rival a aproveitar mais uma falha clamorosa para dilatar o marcador. Jogada de ataque do visitante, Talisca a rematar em posição frontal, Fabiano defendeu para a frente, defesa desposicionada com Lima, cinicamente, a entrar e rematar à vontade.

Se a diferença de um golo era injusta, o que dizer de dois? Era a vitória do aproveitamento do erro alheio com eficácia contra a falta dela.

Mas a equipa do FC Porto nunca desiste e Lopetegui procedeu a duas alterações simultâneas. Entraram Quintero e Quaresma para os lugares de Herrera e Tello.

Aos 64 minutos o «Mustang» serpenteou até à pequena área lampiónica, driblando 3 adversários, rematou forte, mas hoje não era dia do Dragão. A bola foi defendida instintivamente por Júlio César e ainda tocou em Quaresma antes de sair pela linha de fundo, dando origem a pontapé de baliza.

No minuto 66 aconteceu a primeira e única jogada de perigo, com mérito, do ataque visitante que Alex Sandro desfez, antecipando-se a um adversário, perto da linha de golo, cedendo um canto.

Aos 76 minutos, num canto do lado direito cobrado por Quintero, Jackson saltou mais alto fazendo a bola esbarrar na barra, Casemiro ganhou o ressalto, atirou para a baliza apanhando o avançado colombiano no caminho, de costas para a baliza, rodou e fez o golo. O árbitro anulou por pretensa utilização do braço para dominar a bola.

Oitenta minutos de jogo e mais uma prova que os deuses deviam estar loucos. Jogada de ataque portista, bola cruzada da direita, Jackson a acorrer com oportunidade e a cabecear como mandam as regras, para baixo, a bola bateu na frente do guardião contrário, deixando-o batido, mas foi embater caprichosamente na barra. Como conseguir debelar tanto infortúnio?

O final do jogo apareceria pouco depois, após mais 4 minutos de compensação, com a equipa do regime a recorrer a todas as artimanhas dignas de equipa pequena, para queimar tempo.

Derrota injusta, frente a uma equipa medíocre, que apenas se limitou a aproveitar os erros portistas, mas que castiga seriamente também a falta de eficácia no remate.

Gostei da atitude da equipa, da raça, da vontade, da ambição, da intensidade produzida e da classe técnica da maioria dos jogadores azuis e brancos, traída por alguma ingenuidade e falhas defensivas impróprias em alta competição.

Foi um passo atrás nas aspirações portistas, que apesar de tudo não beliscam de todo a esperança de chegar ao topo.

sábado, 13 de dezembro de 2014

RESGATE DO 1º LUGAR QUE DEVIA SER NOSSO








É já amanhã que o FC Porto vai defrontar o clube do regime, pomposamente colocado na liderança do campeonato pelo andor da APAF, que esta época se encontra ainda mais descarada no favorecimento sistemático dessa gente.

Compete ao FC Porto, que mesmo assim apenas leva uma desvantagem de 3 pontos, tentar vencer essas duas equipas, num jogo só, e apear-se na liderança que há muito merece.

Os atletas portistas têm de estar preparados para todas as contrariedades, evitar as provocações encarar o jogo com a normalidade e ambição que ele merece, na certeza de que não chegará serem melhores que o adversário, antes terão de ser muito, mas muito melhores.

Na lista de convocados para este jogo, Lopetegui introduziu uma nova alteração, em jogos no Dragão, para o campeonato, alargando para 20 o número de opções. Relativamente ao jogo da CL, há a registar os regressos de Fabiano, Danilo, Diego Reyes, Casemiro e Brahimi, ficando de fora Ricardo Nunes e Kelvin, por opção técnica mais Rúben Neves, que como se sabe, se encontra a braços com a lesão sofrida frente ao Shakhtar.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















Tendo em conta a disponibilidade dos principais atletas do plantel portista, não me parece muito complicado prever o onze inicial, onde a minha única dúvida vai para quem fará companhia a Martins Indi, no eixo da defesa. Maicon ou Ivan Marcano? 

O central brasileiro esteve, frente aos ucranianos, mais complicado que o espanhol. Recordo que por duas ocasiões atrapalhou-se com os adversários, em situações de circulação de bola entre os defesas, que por acaso não tiveram consequências.

EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: PRIMEIRA LIGA 2014/15 - 13ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 14 DE DEZEMBRO DE 2014, ÀS 20:00
ÁRBITRO NOMEADO: JORGE SOUSA - A.F. PORTO
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT-TV1 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

EQUIPA DE SUPLENTES ARRANCA EMPATE















FICHA DO JOGO



























Num jogo que servia apenas para cumprir calendário, Julen Lopetegui apresentou um onze titular quase completamente transfigurado, como se previa, tendo em conta o próximo compromisso, que como se sabe, é o clássico que poderá elevar a equipa portista à liderança do Campeonato Nacional.

Assim, do onze titular apenas se mantiveram Maicon e Alex Sandro.






















Foi uma bela oportunidade para os atletas menos utilizados poderem mostrar-se e afirmar-se. Alguns fizeram pela vida, outros nem tanto. Em minha opinião, Evandro, Rúben Neves e Ricardo Pereira, foram os que sobressaíram pela positiva. Andrés Fernandez não comprometeu,  Aboubakar foi importante no golo do empate e pouco mais, Adrián López, ainda não foi desta que se descomplicou e Quintero foi decepcionante, tal como Kélvin que entrou para substituir Adrián, mas apenas deu nas vistas com as suas trocas de pés, que de nada valeram. Quaresma e Alex Sandro alternaram coisas boas com outras menos interessantes e Marcano esteve muito regular, como sempre.

Os Dragões procuraram desde cedo assumir o comando do jogo tentando impor o futebol de posse e circulação de que o técnico basco tanto gosta. Durante toda a primeira parte a equipa portista usou e abusou de passes para trás e para os lados, denunciando algumas dificuldades em jogar perto da área adversária. Faltou velocidade e criatividade para romper, muito por culpa da falta de inspiração de Quintero, principalmente nos passes a rasgar que se perderam, de uma forma quase constante, nos jogadores do Shakhtar.

A grande ocasião de golo pertenceu à equipa ucraniana, logo aos 5 minutos, quando Gladkiy, com a baliza totalmente à sua mercê, muito perto da linha de baliza, após cruzamento do lado esquerdo, não conseguiu acertar na bola.

O máximo que o FC Porto conseguiu fazer foi um remate perigoso de Adrián López que obrigou o guardião forasteiro a esmerar-se. A primeira parte não terminaria sem antes Rúben Neves ter de ser substituído, por lesão.



















O segundo tempo começou praticamento com o golo que abriu o marcador. Canto da lado esquerdo marcado por Bernard, Stepanenko saltou mais alto que Adrián López, cabeceando forte e certeiro, sem hipóteses para Andrés Fernandez.

Era necessária mais velocidade e criatividade, por isso Lopetegui apostou em Kélvin, tirando Adrián López.  O FC Porto tentou jogar mais na área contrária e foi conseguindo face ao recuo do Shakhtar, que em vantagem passou a explorar o contra ataque e a verdade é que o 0-2 esteve mais perto que o empate, apesar de Aboubakar ter perdido uma oportunidade flagrante e Martins Indi ter atirado à barra.

Na parte final do jogo, já em desespero de causa, os jogadores portistas tentaram de todas as maneiras o empate que acabaria por chegar aos 87 minutos, na sequência de um alívio imperfeito da defesa ucraniana, Aboubakar ganhou a bola, rodou e atirou forte e colocado, obtendo um golaço. 























Estava garantida uma campanha sem conhecer o sabor amargo da derrota mas que não deu para igualar o melhor registo de pontos que era de 16. Os Dragões ficaram-se pelos 14, viram-se ultrapassados pelo Chelsea, no que diz respeito a golos marcados e ainda tiveram que repartir o milhão de euros da vitória com o seu adversário de hoje.

O sorteio para os oitavos-de-final realiza-se em Nyon, no próximo dia 15.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

FECHAR FASE DE GRUPO DE FORMA IMACULADA









Com as contas do Grupo H fechadas, garantidos que estão os dois grandes objectivos iniciais, passagem aos oitavos-de-final e na liderança, resta ao FC Porto defender o prestígio acumulado, tentar garantir mais uma verba milionária para os seus cofres e alcançar dados estatísticos fora do comum (nova vitória dará para somar 16 pontos e igualar o melhor registo de pontos alcançado na Champions League, que remonta à temporada de 1996/97; tentar garantir a defesa menos batida - 3 golos neste momento - e finalmente, alargar o registo de 15 golos marcados, que é já o melhor ataque de sempre de uma formação portuguesa).

Julen Lopetegui promoveu quatro alterações na lista de convocados para este jogo. Entram Ricardo Nunes, Evandro, Ricardo Pereira e Kélvin enquanto em sentido inverso estão Fabiano, Danilo e Brahimi, por opção técnica e ainda Campaña, por não estar inscrito nesta prova.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS


















Apesar da intenção ser lutar pela vitória e fazer um bom jogo, o técnico portista deixou perceber que vai fazer bastantes mexidas no onze titular, dando possibilidades a jogadores menos utilizados de se mostrarem e terem algum protagonismo.

Assim sendo, acredito que seis ou sete alterações possam acontecer no onze titular.

EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: CHAMPIONS LEAGUE 2014/15 - 6º JORNADA - GRUPO H
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: QUARTA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2014, ÀS 19:45 H
ÁRBITRO NOMEADO: RUDDY BUQUET - FRANÇA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT-TV2

sábado, 6 de dezembro de 2014

CHÁ CHÁ CHÁ ABAFOU FADO DE COIMBRA
















FICHA DO JOGO



























Sem a possibilidade de ter Casemiro, afastado em última hora do lote dos convocados, por inferioridade física, Julen Lopetegui fez regressar ao onze titular, para além de Rúben Neves, o central Maicon que voltou a fazer dupla com Martins Indi, em detrimento de Ivan Marcano.






















O FC Porto necessitava vencer e cumpriu cabalmente a sua missão sem necessitar de ser muito brilhante. Fez uma entrada forte, decidida e eficaz, chegando cedo, quer ao  1º golo como também ao golo tranquilizador, ambos por Jackson Martinez, que já tinha deixado o aviso aos três minutos, introduzindo a bola nas redes, num lance anulado por fora de jogo milimétrico.

O  primeiro nasceu de uma recuperação de bola de Rúben Neves, perto da área coimbrã, com lançamento imediato para a esquerda onde se encontrava Jackson Martinez que só teve de recolher, dar dois passos para a área e rematar cruzado de pé esquerdo, batendo inapelavelmente o guardião contrário.

























Os Dragões sentiram que podiam e deviam manter o pé no acelerador e apoiados num futebol de posse e circulação, dinâmica adequada e velocidade a condizer, o segundo golo não demorou muito.

Herrera descobriu o colombiano na esquerda, meteu-lhe a bola, este recebeu-a enquadrou-se com a baliza e rematou colocado ao ângulo superior direito, conseguindo um golo fabuloso, somando agora 10 golos no campeonato, assumindo a liderança dos melhores marcadores.






















Depois do segundo golo a turma portista baixou um pouco o ritmo, tanto mais que a Académica não conseguia sequer perturbar o último reduto azul e branco, nem mesmo quando Danilo e Tello decidiram fazer atrasos disparatados, colocando a bola em adversários prontos para invadir a área, mas sem consequências dado o péssimo aproveitamento dessas ofertas.

O intervalo chegaria assim sem mais alterações no resultado.

O segundo tempo arrancou praticamente com o terceiro golo do FC Porto. Passe magistral de Tello, a rasgar para o interior da área, correspondido com a desmarcação inteligente de Herrera, que na cara do guarda-redes, desviou a bola para as redes, em mais um golo de belo efeito.






















A partir de então o FC Porto relaxou ainda mais, mas sem nunca perder o controlo do jogo. Permitiu que a Académica jogasse mais no seu meio campo, aparecesse mais vezes perto da área, mas nunca consentiu qualquer perigo perto da sua baliza. 

Também nunca deixou de procurar mais golos. Quintero terá perdido a situação mais flagrante, quando liberto de marcação e em posição frontal à baliza rematou sem preparação, mas ao lado.

Vitória tranquila e justa com destaques para Jackson Martinez e Óliver Torres.