terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

PLANTEL 2015/16, APÓS MERCADO DE INVERNO

Como é sabido, a janela de transferências do Mercado de Inverno encerrou no passado dia 1 e o FC Porto aproveitou para realizar alguns ajustes ao seu plantel.

Uns dias antes porém, a SAD portista, descontente com a performance da equipa, decidiu dispensar o staff técnico que vinha da temporada anterior, chefiado por Julen Lopetegui e contratar um novo corpo técnico para tentar inverter a trajectoria, optando por José Peseiro.

NOVA EQUIPA TÉCNICA












Em termos de plantel registaram-se 5 saídas e três entradas.




















O FC Porto conta agora com 24 atletas do plantel principal e será com estes que procurará atingir os objectivos traçados para esta temporada:































Entretanto da equipa B, saíram por empréstimo, o defesa central Maurício (Marítimo) e o defesa esquerdo Rafa (Académica), entrando o defesa Erik Palmer-Brown e o avançado Chichaoui.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

SINFONIA DE INCOMPETÊNCIA DITA NOVA DERROTA
















FICHA DO JOGO



























Depois do jogo prometedor no Estoril, poucos arriscariam prever uma recaída tão estrondosa como a que ocorreu hoje no Dragão, onde perante uma equipa bastante acessível a equipa do FC Porto decidiu brindar os seus seguidores com uma sinfonia de incompetência que foi bem aproveitada pelo adversário com a conivência de mais uma influente arbitragem que teve o condão de sonegar um golo limpinho, que na altura colocava o resultado a favor dos Dragões podendo eventualmente lançar a equipa para uma exibição mais tranquila.

Forçado a alterações no onze que tem vindo a apresentar, José Peseiro optou pelas soluções mais evidentes, com a deslocação de Layún para a lateral direita, juntando Maicon a Martins Indi, no centro da defesa, dando a lateral esquerda a José Angel.

























Sem margem para perder mais pontos, a jogar em casa junto do seu público, era suposto a equipa entrar concentrada e decidida a resolver, com a maior brevidade possível, o jogo a seu favor, para eventualmente poder gerir com alguma tranquilidade o resto do jogo.

O que se viu foi exactamente o contrário. Saída de bola para o Arouca e num ápice a bola apareceu dentro da baliza de Casillas, numa jogada inconcebível, impregnada de desleixo, desconcentração e incompetência que até doeu, ou seja, bola no centro do terreno, apito do árbitro para o arranque do jogo, pequeno toque para saída, passe ligeiramente para trás, lançamento imediato para a direita a aproveitar a má colocação de José Angel, recepção perfeita e orientada do dianteiro do Arouca em direcção à área portista, com o lateral portista batido, cruzamento para o coração da área, bola a entrar na pequena área, passando pela frente de Martins Indi e Maicon, Casillas a atirar-se deficientemente, deixando-a fugir para a entrada de Walter González que se deu ao desplante de falhar o remate tocando ligeiramente, entrando na baliza primeiro que a bola. Surreal! primeira jogada do desafio, primeira falha colectiva e balde de água fria.

Reagiu bem a equipa portista, com um remate de fora da área desferido por Danilo, fazendo a bola passar junto ao poste da baliza de Bracali. Seis minutos volvidos, numa boa jogada desenvolvida pelo ataque azul e branco, Brahimi foi à linha cruzar para o cabeceamento perigoso de Aboubakar, obrigando o guardião contrário a defesa de recurso para canto. Na sequência Layún apontou com peso, conta e medida para a cabeça de Aboubakar, batendo sem apelo nem agravo Bracali. Estava feita a igualdade e o que se esperava era um FC Porto ainda mais acutilante.






















Durante a primeira parte a equipa até mostrou alguma qualidade nas suas acções ofensivas, mas a sua permeabilidade defensiva ia causando alguns calafrios perturbadores. Aos 19 minutos, na sequência de um livre, ainda longe da área portista, um avançado do Arouca apareceu solto na área a obrigar Casillas a empenhar-se para evitar novo golo. Na resposta foi Corona a cabecear de forma perigosa e a obrigar Bracali a grande intervenção. Depois foi José Angel a aparecer em zona de finalização a atirar forte por cima da barra, para logo a seguir Mateus isolado, na cara de Casillas, atirar a bola contra o seu corpo. Era um jogo de parada e resposta muito por culpa da insegurança defensiva portista.

Na segunda parte os azuis e brancos entraram com vontade de passar para a frente no marcador, com Aboubakar a desperdiçar uma boa ocasião, atirando contra o corpo de Bracali. Aos 63 minutos chegou mesmo à vantagem num lance corrido, rápido e bem concluído. Corona recebeu na área, lançou de imediato para André André, que na passada assistiu Brahimi para um golo bem trabalhado, mas a equipa de arbitragem anulou-o por pertenço fora de jogo. Jogada limpinha que a repetição na TV confirmou, aos 63 minutos.

Dois minutos depois, Bracali saiu da sua área colocando a bola entre a linha de meio campo e a entrada da área portista, Walter ganhou de cabeça a Martins Indi, Maicon mais atrás ficou senhor do lance, sentiu-se pressionado por Mateus de um lado e Walter do outro, entrou em pânico, deixou-se desarmar infantilmente e Walter González  não teve mais que caminhar para a baliza, escolher o melhor lado e bater o estático e incrédulo Casillas.

A perder um jogo que necessitava ganhar, depois de acumular um conjunto de disparates, com dois golos autenticamente oferecidos e outro sonegado, a equipa desuniu-se ainda mais e nem as alterações promovidas por Peseiro que já havia substituído André André por Varela, com as entradas de Rúben Neves e Marega, sortiram qualquer efeito. Os minutos finais foram jogados mais com o coração do que com a cabeça, vindo ao de cima a total incapacidade para alterar o resultado.

Derrota imprevista e castigadora, numa sinfonia de incompetência cometida por um ex- candidato ao título. Em alta competição os erros tão primários pagam-se bem caros.

Resta reflectir, tentar corrigir e lutar pelo terceiro lugar, no que diz respeito à Liga NOS.

MANTER A SENDA DAS VITÓRIAS









De regresso ao Campeonato, depois do jogo para a Taça de Portugal a meio da semana, o FC Porto vai tentar manter o rumo de vitórias dos últimos jogos, condição essencial para manter vivo o sonho de discutir o título nacional, objectivo principal desta temporada.

O adversário é o Arouca tendo como palco o Estádio do Dragão. Obviamente que não se esperam facilidades e a vitória ambicionada terá de ser fruto de muito empenhamento e bastante competência. A equipa parece estar num crescendo de confiança que aliada à capacidade técnica dos seus atletas poderão e deverão ser as alavancas para a construção do resultado que mais interessa.

Maxi Pereira e Ivan Marcano excederam os amarelos na jornada anterior pelo que não poderão dar o contributo habitual. Quem também não figura na lista dos convocados é o guarda-redes José Sá. Para colmatar estas 3 ausências, Peseiro fez regressar Casillas, André André e o defesa central da equipa B, Chidozie que como se recordarão foi titular frente o Feirense, para a Taça da Liga.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2015/16 - 21ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 7 DE FEVEREIRO DE 2016, ÀS 19:15 H
ÁRBITRO NOMEADO: RUI COSTA - A.F. PORTO
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 136












OCTÁVIO MACHADO - Goleador Nº 136

Apontou 11 golos em 115 participações com a camisola do FC Porto, ao longo das 5 temporadas ao seu serviço (1975/76 a 1979/80, com interrupção de uma época inteira por grave lesão).

Octávio Joaquim Coelho Machado, nasceu no dia 6 de Maio de 1949, em Palmela. Fez a sua formação nas escolas do clube da sua terra natal, o Palmelense F.C., tendo transitado para o Vitória S.C., de Setúbal, na temporada de 1968/69.

Foi neste clube que começou a dar nas vistas, na década de 70, especialmente nas temporadas treinadas pelo «mestre» José Maria Pedroto, que colocou o Vitória de Setúbal na alta roda do futebol nacional e internacional.

Médio trabalhador, enérgico, boa leitura de jogo, capacidade de organização e bom passe, Octávio rapidamente despertou a cobiça de vários emblemas nacionais e estrangeiros.

Chegou ao FC Porto no Verão de 1975, então presidido pelo Dr. Américo de Sá, ganhando a corrida aos clubes espanhóis, Atlético de Madrid e Saragoça que também o disputavam.























A sua estreia oficial com a camisola do FC Porto, aconteceu no dia 7 de Setembro de 1975, no estádio das Antas, frente ao União de Tomar, em jogo da 1ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista, por 6-1, sob a orientação técnica do jugoslavo Branko Stankovic.

Octávio pegou de estaca vindo a impor-se como figura de proa, sendo referência nas conquistas da Taça de Portugal e do Campeonato nacional, quebrando o longo jejum de 19 anos.

Teve 3 treinadores no FC Porto, o citado Stankovic que não terminou a época, sendo substituído por Monteiro da Costa (1975/76) e depois o seu conhecido José Maria Pedroto, que o orientou nas 4 épocas seguintes.

Em baixo uma das fotos possíveis, da sua participação como titular do FC Porto.


































Depois de uma grave lesão, o palmelão nunca mais conseguiu recuperar o seu melhor futebol acabando por ser muito pouco utilizado, motivo que o levou a regressar ao Setúbal, onde fez três temporadas e concluiu a sua carreira (1980/81 a 1982/83).

Foi várias vezes internacional A, pela selecção de Portugal, percurso que poderá recordar aqui.

Acabaria por abraçar a carreira de treinador, mas isso já são outras vidas, outras profissões, quem sabe, motivo para outra rubrica.

Palmarés ao serviço do FC Porto (2 títulos):
1 Campeonato nacional (1977/78)
1 Taça de Portugal (1976/77)

Fonte: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

DRAGÕES EMPENHADOS, COM UM PÉ NO JAMOR
















FICHA DO JOGO



























Ao vencer de forma categórica em Barcelos, o FC Porto deu um passo quase decisivo para se apresentar pela 29ª vez no estádio do Jamor, para discutir mais uma final da Taça de Portugal.

Longe de realizar uma exibição perfeita, os Dragões souberam superiorizar-se de forma clara frente a um adversário nitidamente com menores argumentos mas que lutou muito pelo resultado, aproveitando algumas falhas que os azuis e brancos ainda vão cometendo.

José Peseiro, com dois jogos por semana, entendeu gerir o esforço dos seus jogadores, apresentando um onze inicial com seis alterações, em relação à equipa tipo em que tem apostado desde que chegou.

Casilhas, Martins Indi, Herrera, André André, Jesus Corona e Aboubakar, foram poupados, dando lugar à entrada de Helton, Maicon, Rúben Neves, Marega, Suk e Silvestre Varela.



























O FC Porto começou cedo à procura da vantagem, mas nem sempre com grande eficácia. Suk, aos 14 minutos foi bem assistido na área, mas calculou mal o tempo de salto e o remate de cabeça acabou por sair longe do alvo.

Na primeira parte o Gil Vicente ainda conseguiu dar alguma réplica e aos 24 minutos colocou a bola na barra da baliza de Helton, com algum estrondo.

Apesar do maior domínio portista, a bola teimava em não entrar, muito por culpa da má direcção dos remates portistas. Marega e Suk desperdiçaram três boas oportunidades para abrir o marcador que só viria a funcionar já em cima dos descontos, na sequência de um canto marcado na esquerda por Layún. A bola percorreu toda a área, descrevendo um arco de dentro para fora, surgindo de trás Rúben Neves a rematar de primeira, abrindo o activo.























Logo a seguir chegou o intervalo.

No reatamento o Gil Vicente ainda causou um calafrio, quando numa jogada de ressaca de um canto Renan apareceu isolado na cara de Helton (dessincronização da defesa portista na tentativa de o colocar em fora de jogo), rematando de cabeça com a bola a roçar a barra. Nove minutos depois o desengonçado Simy, voltou a aparecer na área bem colocado, em mais uma má cobertura defensiva, mas o seu remate desastrado acabou por não ter consequências.

A partir de então só deu Porto. Aos 59 minutos Layún, no bico da área, do lado esquerdo, serviu na perfeição a desmarcação de Suk, que mais rápido surgiu isolado para bater Serginho com um magnífico remate de cabeça.





















Os Dragões continuaram na tentativa de ampliar o resultado e deixar resolvida a eliminatória. Silvestre Varela, aos 63 minutos falhou por pouco o terceiro golo. Suk do lado direito colocou-lhe a bola redondinha para a entrada da pequena área e o ala portista na passada rematou fazendo a bola passar muito perto do poste.

A intensidade ofensiva portista haveria de sortir os efeitos desejados. Seis minutos volvidos, Varela numa tentativa de colocar a bola em Suk, bem colocado em posição central à entrada da área, permitiu a intervenção de um defensor gilista, a bola ressaltou para a entrada da área, sob a esquerda onde surgiu rápido Layún a isolar-se, mas imediatamente derrubado por Bruno Silva que viu por isso o cartão vermelho.

Peseiro aproveitou a paragem do jogo para substituir Brahimi, mais uma vez muito apagado, por Sérgio Oliveira que saiu do banco cheio de confiança para a marcação do respectivo livre directo.

O jovem médio portista colocou a bola no relvado, deu dois passos atrás, olhou a baliza, correu para a bola, aplicou um remate colocado, fazendo a bola entrar na gaveta. Belo golo!






















Até ao final o FC Porto ainda dispôs de mais algumas boas oportunidades, mas mais uma vez, a fraca pontaria fez com que o resultado não sofresse alteração.

Vitória justa da equipa mais forte, numa exibição com ainda muitas falhas, que frente a equipas com mais argumentos poderão ser fatais.

Vantagem confortável para o jogo da 2ª mão que se realizará no dia 2 de Março, às 20:00 h, no Estádio do Dragão.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

CONFIRMAR MELHORIA EXIBICIONAL








Sem tempo para descansar e com dois jogos por semana, o FC Porto tem amanhã mais uma oportunidade para tentar demonstrar que a mexida na equipa técnica foi benéfica para o desempenho dos seus jogadores.

Aparentemente ultrapassados alguns dos factores anímicos inibidores de uma boa prestação, a equipa portista prepara-se para tentar chegar a mais uma final da Taça de Portugal, desiderato que quer repetir após cinco longos anos de jejum.

A escala passa no imediato pela deslocação a Barcelos para defrontar o Gil Vicente, quinto classificado da II Liga, ainda com aspirações à subida de divisão, no jogo da primeira mão.

Apesar de militar no escalão imediatamente inferior, a equipa minhota não deixa de ser um alvo difícil de ultrapassar, que vai exigir dos Dragões o máximo de concentração e ambição.

José Peseiro, consciente das limitações temporais que o calendário das competições lhe tem imposto, factor condicionador de uma mais rápida assimilação, por parte dos seus atletas, dos seus conceitos de jogo, tem procurado manter o principal núcleo de jogadores, de forma a minimizar as consequências.

A sua convocatória para este encontro é disso um bom exemplo. Apenas duas alterações pontuais. A troca de guarda-redes, tradição que se vai cumprindo na Taça de Portugal, ficando de fora Casillas, para a entrada em estreia absoluta do jovem e recente aquisição, José Sá. André André também fica de fora, aparentemente por opção técnica.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: TAÇA DE PORTUGAL 2015/16 - MEIA-FINAL - 1ª MÃO
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO CIDADE DE BARCELOS - BARCELOS
DATA E HORA DO JOGO: QUARTA-FEIRA, 3 DE FEVEREIRO DE 2016, ÀS 20:00 H
ÁRBITRO NOMEADO: MANUEL MOTA - A.F. BRAGA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

sábado, 30 de janeiro de 2016

UMA LUZ AO FUNDO DO TÚNEL
















FICHA DO JOGO


























Sem rubricar uma exibição de encher o olho, o FC Porto já conseguiu dar uma imagem mais positiva, num jogo em que até entrou mal e a perder logo aos 3 minutos, mas foi capaz, ao contrário de outros jogos, de assentar ideias, trocar melhor a bola, discernir melhor o seu jogo e ser mais eficaz, apesar de continuar a cometer falhas primárias.

José Peseiro voltou a repetir o onze titular com que atacou  o campeonato nacional, desde que chegou.



























Num estádio tradicionalmente difícil, só um Porto destemido, rápido e eficaz poderia sair de sorrisos nos lábios. Apesar da primeira contrariedade nos minutos iniciais com um golo sofrido, na sequência de um canto, a equipa soube ultrapassar com dignidade, à custa de muita determinação e de um futebol mais rápido, variado, discernido e com sentido de baliza, mostrando de alguma forma uma nova filosofia de jogo, menos pausado, menos lateralizado, menos bola de pé para pé e mais de transições rápidas, com lances variados, mais virados para as acções ofensivas com criação de muitos lances de rotura e obviamente mais oportunidades de golo.

Notam-se ainda muitas falhas, algumas indecisões, alguma falta de confiança, especialmente no remate final, que originaram perdidas escandalosas.

É verdade que os azuis e brancos, hoje com o seu equipamento alternativo decente (todo branco com pormenores em azul), tiveram no Estoril um adversário que não se remeteu unicamente à defesa, antes procurou jogar no campo todo, valorizando e de que maneira o espectáculo, tornando os noventa e três minutos num período bastante agradável de futebol intenso e interessante.

Ao contrário do que já vimos esta época, os portistas hoje sentiram-se espicaçados pelo golo madrugador e reagiram rapidamente ao revés, carrilando lances de ataque que acabariam por dar resultados positivos.

Assim, aos 18 minutos, na sequência de uma transição rápida, André André serviu Layún na esquerda, o mexicano conduziu velozmente a bola até à entrada da área, assistindo com precisão a entrada de Aboubakar que na passada rematou sem hipóteses para Kieszek. Estava alcançado o empate.























Os Dragões, animicamente recuperados, continuaram na sua tentativa de reverter o resultado a seu favor e o golo esteve perto na passagem do minuto 26, depois de um remate violento de Maxi Pereira que Kieszek defendeu para a frente e André André acorreu para fazer a recarga fazendo a bola embater no corpo do guardião da equipa da linha.

O segundo golo portista apareceria sete minutos depois, na sequência de um canto marcado no lado direito por Miguel Layún, para a zona da marca de grande penalidade, onde Danilo Pereira saltou melhor que os seus opositores, cabeceando certeiro.
























Antes seria normal que a vencer, o FC Porto acalmasse o seu jogo e ficasse à mercê do adversário, mas hoje estes jogadores sentiram que para a frente é o caminho. Procuraram com afinco matar o jogo o mais depressa possível.

O terceiro golo esteve eminente por várias vezes. Aos 37 minutos Aboubakar assistiu para a entrada rápida de André André, que na cara de Kieszek tentou desviar para o poste mais distante, fazendo a bola sair rente à trave.

Já na segunda parte, Layún entrou bem pela esquerda, enquadrou-se com a baliza e disparou um petardo, obrigando o guardião contrário a uma defesa vistosa e aos 76 minutos do jogo a perdida mais escadalosa. André André magnificamente assistido por Herrera, entrou na área, foi à linha cruzar para o segundo poste onde apareceu Aboubakar, completamente isolado, com a baliza escancarada, a dois palmos da linha de golo, a rematar, desastradamente... sobre a barra! Incrível perdida.

O golo do descanso haveria no entanto de aparecer com toda a justiça. Varela que tinha entrado para o lugar de Brahimi, colocou a bola em Corona, o mexicano tirou um adversário do caminho, rematou bem colocado, Kieszek defendeu com dificuldade para o bico da pequena área e André André, no sítio certo, surgiu rápido para fazer a recarga vitoriosa, colorindo o marcador num agradável 3-1.























Vitória certa, justa e muito trabalhosa face à réplica de grande qualidade da equipa da casa.

Para os Dragões tratou-se de uma vitória muito importante, num estádio complicado, numa espécie de luz ao fundo do túnel.